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	<title>skollenon &#187; sixteen minutes</title>
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	<description>Mais grátis, só pagando para você entrar. =D</description>
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		<title>Desvendando a ilusão da bailarina</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Feb 2010 20:16:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lenon Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[sixteen minutes]]></category>

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		<description><![CDATA[Ilusões de óptica por si só já são muito legais, afinal, quem não gosta de encontrar um casal idoso em uma cara de cavalo? Descobrir que duas cores diferentes lado a lado separadas por um lápis formam uma só, ou não ver uma mulher no meio de um Leopardo? O que quero dizer é que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ilusões de óptica por si só já são muito legais, afinal, quem não gosta de encontrar um casal idoso em uma cara de cavalo? Descobrir que duas cores diferentes lado a lado separadas por um lápis formam uma só, ou não ver uma mulher no meio de um Leopardo? O que quero dizer é que é fascinaste ver como podemos ser iludidos e como é grande a gama de possibilidades&#8230;</p>
<p><center><div id="attachment_4539" class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><img class="size-full wp-image-4539" src="http://skollenon.com/wp-content/imagens/2010/02/ilusao-01.jpg" alt="carregando..." width="550" height="339" /><p class="wp-caption-text">Imagem meramente ilustrativa.</p></div></center></p>
<p>Elas nos expõem por exemplo, a nossa noção de cor, ela é mental e nada garante que a cor vermelha que você vê é a mesma que eu vejo <small>(Globo Reporter detected)</small>, conseguem fazer com que nós vejamos desde o rosto de Jesus em uma tela branca, à espirais rodando, entre tantas outras coisas, mas sem dúvida, umas das mais bacanas e intrigantes, que nos expõem talvez aos pontos de vista do nosso cérebro é a famosa <strong>ilusão da bailarina</strong>.</p>
<p>Essa ilusão supostamente gira para o lado que você está usando do cérebro, quem consegue vê-la girando no sentido horário está usando o lado direito e quem vê-la girando no sentido anti-horário, está usando o lado esquerdo do cérebro. Será que isso faz realmente faz sentido ou a imagem fica mudando de sentido descaradamente de 15 em 15 segundos? Tem alguma lógica apenas um lado do nosso cérebro ser usado? Muito bem, é aqui que Mister Lenon M entra em ação. =D</p>
<p><span id="more-4513"></span></p>
<p>A animação, de autoria do designer japonês <a href="http://www.procreo.jp/labo/labo13.html" target="_blank">Nobuyuki Kayahara</a>, é uma ilusão de óptica dinâmica multi-estável, dinâmica por que se movimenta e multi-estável por que se caracteriza pelas imprevisíveis mudanças subjetivas espontâneas, trocando em miúdos, cada pessoa pode interpreta-la de dois modos, sendo que esse modo pode mudar repentinamente. Isso é melhor entendido na na prática:</p>
<p><center><div id="attachment_4542" class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><img class="size-full wp-image-4542" src="http://skollenon.com/wp-content/imagens/2010/02/ilusao-02.jpg" alt="carregando..." width="550" height="200" /><p class="wp-caption-text">Cubo de Necker, exemplo de ilusão multi-estável.</p></div></center></p>
<p>A <strong>auto-sugestão</strong> é fundamental para que isso aconteça, afinal, há uma ambiguidade na imagem, e inconscientemente a resolvemos, vendo o cubo de formas diferentes e, no caso da bailarina, percebendo sua rotação para lados diferentes.</p>
<p>Porém, a ilusão da bailarina não é nem de longe tão simples quanto a do Cubo de Necker, sua ilusão é originada pela falta de pistas visuais necessárias para se estabelecer a profundidade da figura <small>(corpo da bailarina)</small>, note que é apenas uma silhueta toda preta em 2D. Quanto a isso, é bom saber que com o que é disponível, uma vez que não há dados visuais que indiquem qual dos lados está a ser apresentado, ela tanto está numa como em outra direção.</p>
<p>Assim, a <strong>mágica</strong> está em &#8220;não tem como ela girar para os dois lados ao mesmo tempo&#8221;, na falta de profundidade do corpo da bailarina <small>(você vai entender muito bem isso na prática logo mais abaixo)</small> e também pelo fato da animação proporcionar a ilusão de ter três dimensões, sendo que sem a profundidade do corpo na verdade ela só teria duas.</p>
<p>Mas pera ai, ela não tem a profundidade do corpo, como fica em três dimensões então? Realmente, sem essa profundidade, tudo que iríamos ver seria uma figura que se move de um lado para o outro e, de um modo bem simples, não há a noção de profundidade do corpo, mas há a noção de profundidade do espaço em que o corpo ocupa, ou você pensou que ela oscila para cima e para baixo por acaso?</p>
<p>Essa noção do espaço é a pista que nos leva a resolver a ambiguidade da imagem, resumidamente, esse sincronizado sobe e desce junto com o movimento da bailarina <small>(silhueta totalmente preta)</small>, cria um movimento contínuo e em três dimensões <small>(em uma imagem 2D)</small>. O resto fica por conta da auto-sugestão, como no caso do Cubo de Necker. =P</p>
<p><center><div id="attachment_4539" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="480" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://skollenon.com/imagens/diversas/ilusao-bailarina.swf" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="480" src="http://skollenon.com/imagens/diversas/ilusao-bailarina.swf"></embed></object><p class="wp-caption-text">Ilusão da bailarina, acredite, você pode vê-la girando para os dois lados.</p></div></center></p>
<p>Muito bem, mas e quanto ao uso dos <strong>lados do cérebro</strong>? A quem diga que a ilusão da bailarina não serve para o que <small>(em sua fama na internet)</small> foi proposta, e sim que a criação de Kayahara é uma ótima ferramenta para se perceber melhor o funcionamento da visão. Consta também que o cérebro é como um todo e funciona junto e não em separado <small>(um lado de cada vez ou algo assim)</small>.</p>
<p>Isso me fez muito sentido, afinal, em ambas as ilusões <small>(do cubo e da bailarina)</small> eu aprendi a controlar minha alto-sugestão inconsciente, no caso do cubo é só olhar nos lugares certos e quanto a bailarina, ter certeza que você pode conseguir vela de outra forma é essencial. =P</p>
<p><center><div id="attachment_4561" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-4561" src="http://skollenon.com/wp-content/imagens/2010/02/desvendando-01.gif" alt="carregando..." width="600" height="267" /><p class="wp-caption-text">Ilusão da bailarina com a tais pistas visuais necessárias para se estabelecer a profundidade.</p></div></center></p>
<p>Enfim, você com certeza acredita em mim agora <small>(graças a imagem acima)</small> e também há de convir que é fascinante ver como uma aparentemente simples ilusão de ótica, que a primeira vista pode parecer até um &#8220;fake&#8221; <small>(sempre achei que ela mudava de direção descaradamente)</small>, pode ser complexa do ponto de vista explicativo da coisa e deixar agente meio doido. Parabéns para o Nobuyuki Kayahara! =D</p>
<p><small>Você pode ver uma exemplo bem legal de imagem em profundidade <a href="http://zoomquilt2.madmindworx.com/zoomquilt2.swf" target="_blank">clicando aqui</a>, vale a pena esperar carregar as 88 imagens e, sinceramente, o casal idoso em uma cara de cavalo eu nem sei se existe, porém, caso queira ver as cores juntas formando uma é só <a href="http://www.conectou.com/2009/10/ilusao-impresssionante.html" target="_blank">clicar aqui</a> e caso queira tentar achar a mulher na cara de Leopardo <a href="http://skollenon.com/entretenimento/leopard-illusion/" target="_self">aqui</a>. =P</small></p>
<p><small>Fonte, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ilus%C3%A3o_da_bailarina" target="_blank">Wikipédia</a>. Agradecimentos a Luma (<a href="http://twitter.com/lumacatalani" target="_blank">@lumacatalani</a>), que sem querer me inspirou para essa postagem em um de seus tweets, obrigado. =D</small></p>
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		<title>Raio globular</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 17:05:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lenon Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[sixteen minutes]]></category>

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		<description><![CDATA[Raio globular ou &#8220;raio bola&#8221;, um fenômeno tão perplexo e espetacular que em alguns casos atravessa vidros, paredes ou cortinas sem provocar qualquer incêndio ou estrago e em outros chega a causar até mortes. O_o O que realmente prova que eles existem são os muitos relatos, dos quais dentre os mais comuns, durante uma tempestade, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Raio globular ou &#8220;raio bola&#8221;, um fenômeno tão perplexo e espetacular que em alguns casos atravessa vidros, paredes ou cortinas sem provocar qualquer incêndio ou estrago e em outros chega a causar até mortes. O_o</p>
<p>O que realmente prova que eles existem são os muitos relatos, dos quais dentre os mais comuns, durante uma tempestade, testemunhas puderam observar uma bola de fogo muito parecida com um raio, sua luminosidade era muito viva e contrariamente ao raio, esta bola mantinha-se parada durante vários segundos e deslocava-se de maneira errática e bruscamente desaparecia, deixando um cheiro de ozônio.</p>
<p>Ao contrário dos relâmpagos normais, que duram uma fração de segundo, os raios globulares em alguns casos duram muitos segundos, são relatados em muitas cores diferentes, a forma é descrita como esférica ou oval e o tamanho variar entre o de uma ervilha a vários metros de diâmetro.</p>
<p><center><div id="attachment_2373" class="wp-caption aligncenter" style="width: 540px"><img class="size-full wp-image-2373" src="http://skollenon.com/wp-content/imagens/2009/08/ball-lightning.jpg" alt="carregando..." width="530" height="364" /><p class="wp-caption-text">Suposta foto de um raio globular, tirada em 1987 por um estudante de Nagano, Japão.</p></div></center></p>
<p>Porém, ninguém explica esse fenômeno. Uma primeira tentativa foi registrado por Nikola Tesla, em 1904, e atualmente não existe uma explicação amplamente aceita sobre o que é exatamente um raio globular. </p>
<p>Dentre as várias teorias está a dos cientistas brasileiros, Antônio Pavão e Gerson Paiva da Universidade Federal de Pernambuco, que sugere que os raios globulares consistem na combustão do silício vaporizado através da oxidação. Eles foram os primeiros a reproduzir o fenômeno em laboratório com tempo de vida na ordem dos segundos <small>(vídeos do feito foram disponibilizados <a href="ftp://ftp.aip.org/epaps/phys_rev_lett/E-PRLTAO-98-047705/" target="_blank">aqui</a>)</small>.</p>
<p>Enfim, o que se tem são várias hipóteses sobre como eles se formam, muitos relatos, e quanto a imagens ou vídeos mesmo são poucos, a exemplo esse que você poder ver <a href="http://www.youtube.com/watch?v=D4vV3KxQ16c" target="_blank">clicando aqui</a>, ele mostra vários supostos raios globulares, inclusive os que os cientista brasileiros conseguiram reproduzir em laboratório, além de algumas fotos&#8230;</p>
<p>Assim sendo, se você ver uma bola de fogo ou algo estranho entrando em sua casa, ou no céu em meio uma tempestade já sabe: Pode ser/é um raio globular. =P</p>
<p><small>Fontes: <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ball_lightning" target="_blank">Wikipédia</a>, <a href="http://br.geocities.com/rsmaike/UmRaioIpss.html" target="_blank">Um raio impossível</a> e <a href="http://www.ufpe.br/new/visualizar.php?id=5005" target="_blank">UFPE</a></small></p>
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		<title>Realidade aumentada</title>
		<link>http://skollenon.com/sixteen-minutes/realidade-aumentada/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Aug 2009 01:30:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lenon Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[sixteen minutes]]></category>

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		<description><![CDATA[Imagine um ambiente que envolve tanto realidade virtual como elementos do mundo real, criando um ambiente misto em tempo real. O_O Esse ambiente é chamado realidade aumentada, no qual realidade virtual se mistura com realidade propiamente dita, assim proporcionando por exemplo, a sobreposição de objetos virtuais tridimensionais em um ambiente real, que podem ser manusiados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Imagine um ambiente que envolve tanto realidade virtual como elementos do mundo real, criando um ambiente misto em tempo real. O_O</p>
<p>Esse ambiente é chamado realidade aumentada, no qual <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Realidade_virtual" target="_blank">realidade virtual</a> se mistura com realidade propiamente dita, assim proporcionando por exemplo, a sobreposição de objetos virtuais tridimensionais em um ambiente real, que podem ser manusiados com as próprias mãos.</p>
<p><center><div id="attachment_2183" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-2183" src="http://skollenon.com/wp-content/imagens/2009/08/realidade_aumentada.jpg" alt="carregando..." width="500" height="326" /><p class="wp-caption-text">Acredite, sobre o papel (na realidade) não há nenhum carro.</p></div></center></p>
<p>O ambiente real não é gerado pelo computador <small>(logicamente)</small> e sim capturado por ele, isso é possível por meio de uma simples webcam, o resto é feito por softwares com capacidade de visão do ambiente real e de posicionamento dos objetos virtuais.</p>
<p>Porém a realidade aumentadaela pode ser muito mais simples na prática, afinal, uma das formas mais comuns de interagir com ela são os símbolos gráficos, esses símbolos são captados por uma câmera e identificados, os programas de RA <small>(realidade aumentada)</small> analisam esses símbolos em perspectiva, para que os elementos virtuais fiquem distribuídos apropriadamente no espaço 3D e retornam uma imagem semelhante a do carro logo acima.</p>
<p>É necessário uma webcam, uma empressora e acessar um dos links: <a href="http://www.ckirner.com/paginas/flar-teste/Borboleta1-final.html" target="_blank">Aqui</a>, <a href="http://realidadeaumentada.com.br/home/index.php?option=com_frontpage&amp;Itemid=1" target="_blank">aqui</a> ou <a href="http://g1.globo.com/jornaldaglobo/0,,JZ0-16009,00.html" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p><center><div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="405" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/dOTZpQK00WA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="405" src="http://www.youtube.com/v/dOTZpQK00WA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><p class="wp-caption-text">...</p></div></center></p>
<p>Para terminar, o vídeo acima demostra muito bem, inclusive na prática, o que é a realidade aumentada, além de algumas outras coisas possíveis com essa tecnologia.</p>
<p><small>Agradecimentos ao <a href="http://www.conectou.com/" target="_blank">Conectou</a>, que me despertou para a ideia de saber mais sobre o assunto.<br />
Fontes: <a href="http://realidadeaumentada.com.br/home/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=1&amp;Itemid=27" target="_blank">Realidade aumentada</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Realidade_aumentada" target="_blank">Wikipédia</a> e <a href="http://visualdicas.blogspot.com/2009/07/realidade-aumentada-esta-nova.html" target="_blank">Visual Dicas</a>.</small></p>
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		<title>Pixels, megapixels, gigapixels, terapixels?</title>
		<link>http://skollenon.com/sixteen-minutes/pixels-megapixels-gigapixels-terapixels/</link>
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		<pubDate>Thu, 30 Jul 2009 12:40:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lenon Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[sixteen minutes]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje em dia, imagens com qualidade boa/ótima são comuns, assim como câmeras com 5 a até (sei lá quantos) megapixels, é a partir delas que imagens com esse tipo de resolução são possíveis: A fotografia acima é do Parque Nacional de Yosemite, e é um bom exemplos de imagem digital em megapixels. Esse parque, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje em dia, imagens com qualidade boa/ótima são comuns, assim como câmeras com 5 a até <small>(sei lá quantos)</small> megapixels, é a partir delas que imagens com esse tipo de resolução são possíveis:</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 478px"><a href="http://www.flickr.com/photos/smif/2103640967/sizes/l/" target="_blank"><img title="Yosemite" src="http://i733.photobucket.com/albums/ww339/skollenon/free/nova.jpg" alt="Carregando..." width="468" height="103" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para vê-la em tamanho original (1024 x 684)</p></div>
<p>A fotografia acima é do Parque Nacional de Yosemite, e é um bom exemplos de imagem digital  em megapixels. <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Parque_Nacional_de_Yosemite" target="_blank">Esse parque</a>, que é localizado nas montanhas da Serra Nevada, no estado da Califórnia também é o protagonista de uma das maiores imagens digitais de altíssima resolução existentes até hoje:</p>
<p><center><div class="wp-caption aligncenter" style="width: 478px"><a href="http://www.yosemite-17-gigapixels.com/" target="_blank"><img title="Yosemite-17-gigapixels" src="http://img145.imageshack.us/img145/3289/43593584.jpg" alt="Carregando..." width="468" height="176" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para acessar o Yosemite 17 Gigapixels! </p></div></center></p>
<p>O Glacier point, imagem principal do site, tem 96,5 GB e 17,27 gigapixels de resolução <small><span style="color: #888888;">(214.414 x 80.571)</span></small>. O <a href="http://www.yosemite-17-gigapixels.com/" target="_blank">Yosemite 17 gigapixels</a> ainda conta com mais quatro imagens, Yosemite Falls <small><span style="color: #888888;">(10,25 Gigapixels)</span></small>, El Capitan <small><span style="color: #888888;">(14, 59 Gigapixels)</span></small>, Taft Point <small><span style="color: #888888;">(4,08 Gigapixels)</span></small> e Washburn Point <small><span style="color: #888888;">(9,05 Gigapixels)</span></small>. Você ainda pode clicar em uns dos vários pontinhos laranjas existentes em todas as imagens para visualizar detalhes, em sua maioria pessoas que foram clicadas. =D</p>
<p>Ainda nos gigapixels, o Harlem 13 Gigapixels também não deixa nada a desejar&#8230;</p>
<p><center><div class="wp-caption aligncenter" style="width: 478px"><a href="http://www.harlem-13-gigapixels.com/" target="_blank"><img title="Harlem" src="http://img99.imageshack.us/img99/1804/halen.jpg" alt="Carregando..." width="468" height="75" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para acessar o Harlen 13 Gigapixels.</p></div></center></p>
<p>A imagem que tem 21,49 GB de tamanho e é o resultado de um composto de 2045 fotografias individuais, tiradas em 13 de agosto de 2006, durante 2 horas e 10 minutos. Para se ter idéia do que são 13 Gigapixels <small><span style="color: #888888;">(13 milhões de pixels)</span></small>, a resolução mais utilizada no Brasil atualmente é de 1024×768, ou seja, pouco mais de mil pixels na horizontal.</p>
<p>Para exibir essa imagem seriam necessários 12.696 monitores utilizando uma resolução padrão, e supondo que cada monitor seja de 17 polegadas, esses monitores enfileirados totalizariam quase 540 km de extensão!</p>
<p>Muito bem, Gigapixels é bacana, porém a empresa canadense Aperio criou uma fotografia digital com a qualidade de um terapixel, ou seja, um trilhão de pixels. O arquivo da imagem tem 143 GB e consiste em 225 cópias de slides de exames de câncer de mama combinados. A imagem não é muito bonita, mas caso queira vê-la <a href="http://images2.aperio.com/BigTIFF/BreastCancer225.tif/view.apml?returnurl=http://bigtiff.org/" target="_blank">clique aqui</a>.</p>
<p>Vale lembrar que ela está no formato BigTIFF, antes dele, arquivos de alta resolução tinha um limite de 4 GB por imagem, permitindo apenas 30 gigapixels de qualidade. Esse formato foi inventado pela própria Aperigo para a utilização em análises de exames médicos <small>(detalhes técnicos sobre o formato, que é de livre uso, podem ser encontrados <a href="http://bigtiff.org/" target="_blank">clicando aqui</a>)</small>.</p>
<p>Agora, imaginem imprimir qualquer uma dessas imagens? Pois uma imagem com 15,5 trilhões de pontos <small><span style="color: #888888;">(não são pixels, são pontos de tinta)</span></small>, e que ocupa 7 mil metros quadrados foi impressa na feira de tecnologia alemã CEBIT.</p>
<p><center><div class="wp-caption aligncenter" style="width: 451px"><img title="Maior impressa 01" src="http://img126.imageshack.us/img126/8152/44172840.jpg" alt="Carregando..." width="441" height="281" /><p class="wp-caption-text">...</p></div></center></p>
<p>Segundo a empresa que desenvolveu a tecnologia para produzi-la, ele é a maior imagem já impressa no mundo. Foram usadas mais de 110 mil folhas de papel, <span id="fullpost">que equivale ao corte de 30 árvores</span>. É tão grande que um estacionamento inteiro próximo à feira cedeu espaço para a sua exibição. É isso, porém é super fácil tirar uma foto em gigapixels com essa camera <a href="http://skollenon.com/diversao-gratuita/camera-digital-de-55-terapixels/" target="_self">aqui</a>, até!</p>
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		<title>Por que os aviões caem?</title>
		<link>http://skollenon.com/sixteen-minutes/por-que-os-avioes-caem/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 Jul 2009 12:36:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lenon Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[por quê?]]></category>
		<category><![CDATA[sixteen minutes]]></category>

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		<description><![CDATA[A resposta perece obvia, afinal tudo que sobe, desce. Mas você também há de convir que pousar um avião que pesa 50.000 kg (é o caso do Boeing 737) a uma velocidade de 240 Km/h é uma tarefa, no mínimo, exigente. Logo, nem tudo que sobe&#8230; desce da melhor maneira possível. =P Um avião cai [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="321" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ZZH8mRykh-A&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="321" src="http://www.youtube.com/v/ZZH8mRykh-A&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><p class="wp-caption-text">Primeiro vejamos o trafego aéreo mundial em um dia.</p></div></center></p>
<p>A resposta perece obvia, afinal tudo que sobe, desce. Mas você também há de convir que pousar um avião que pesa 50.000 kg <small><span style="color: #888888;">(é o caso do Boeing 737)</span></small> a uma velocidade de 240 Km/h é uma tarefa, no mínimo, exigente. Logo, nem tudo que sobe&#8230; desce da melhor maneira possível. =P</p>
<p>Um avião cai por várias causas <small><span style="color: #888888;">(fatores contribuintes)</span></small> que juntos desencadeiam uma série de eventos, assim, quando perguntamos por que um avião cai raramente encontramos um único motivo, o que faz com que a resposta seja complexa, porém, podemos distinguir quatro fatores contribuintes que frequentemente aparecem relacionados a acidentes aeronáuticos: avião, infra-estrutura, tempo e as limitações humanas.</p>
<p>Hoje em dia os motores de um <strong>avião</strong> raramente falham, graças ao elevado nível de tecnologia empregada em sua construção, por outro lado, quando um dos motores de um avião falha, cria-se um desbalanceamento de forças que, além de reduzir sua performance, gera sérios problemas de controlabilidade que exigem o máximo da habilidade do piloto. A <strong>infra entrutura</strong>, pistas de pouso por exemplo, em condições meteorológicas adversas, o nível de exigência para um pouso triplica, assim, quando mais se exige de uma pessoa para executar determinada tarefa, maior são suas chances de falhar&#8230;</p>
<p><small><span style="color: #888888;">(A não ser é claro que lhe sejam dadas condições adequadas para executar tal trabalho, como pistas longas o suficiente, que criem margens de tolerância adequadas. Porém, é fato que operar em pistas curtas, e muito mais a regra do que a exceção.)</span></small></p>
<p><center><div id="attachment_2416" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img src="http://skollenon.com/wp-content/imagens/2009/07/aviao.jpg" alt="carregando..." width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">A maior parte dos acidentes, 50,39%, ocorrem no pouso.</p></div></center></p>
<p>O <strong>tempo</strong>, um piloto precisa saber que condições de tempo vai encontrar quando estiver efetuando uma aproximação para pouso, e as previsões deixam a desejar, ocasionando situações não esperadas.</p>
<p>O <strong>homem</strong> tem três fontes principais de informações pelas quais é capaz de manter o equilíbrio em relação à superfície da Terra, o aparelho vestibular <small><span style="color: #888888;">(ouvido interno)</span></small>, o sistema visual e o sistema proprioceptivo <small><span style="color: #888888;">(pele e articulações)</span></small>, em terra, estes sistemas funcionam devidamente, já em voo, o corpo pode ser afetado por uma variedade de acelerações fazendo com que somente os olhos sejam confiáveis para fornecer uma verdadeira imagem da atitude do corpo no espaço.</p>
<p>Esses são os principais fatores contribuintes, porém aviões caem por vários outros motivos, por exemplo um choque no ar, um homem-bomba e tantas outras coisas. Para se ter uma idéa, em apenas 5,95% dos casos o mau tempo foi considerado a causa principal do acidente, a maioria foi causada por erro humano 67,57% e falhas técnicas responderam a 20,72%.</p>
<p>Ainda sim, <strong>voar é muito seguro</strong>, e para cada milhão de passageiros transportados por automóveis por exemplo, duzentos acabam morrendo em acidentes, e para cada milhão de passageiros transportados por companhias de aviação, apenas um se envolve em um acidente fatal. Não, o avião não é o meio de transporte mais seguro do mundo, o primeiro é o elevador. =D</p>
<p><small>Esse post é um resumão do texto de <a href="http://www.airsafetygroup.com.br/show.php?not=5&amp;titulo=37" target="_blank">Cmte Simões</a>, inclementado com informações <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1230391-5602,00-VEJA+ESTATISTICAS+DE+ACIDENTES+AEREOS+NO+MUNDO.html" target="_blank">daqui</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Elevador" target="_blank">daqui</a> (sem falar da minha de experiancia pessoal de nunca na minha vida voar de avião)</small>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Antimatéria, anjos e demônios</title>
		<link>http://skollenon.com/sixteen-minutes/antimateria-anjos-e-demonios/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 22:33:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lenon Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[sixteen minutes]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você viu o filme, ou leu o best-seller Anjos e Demônios de Dan Brown (mesmo autor de O Código da Vinci), conceteza deve ter ficado curioso a respeito da antimatéria, ou melhor, sobre a tal bomba de antimatéria ^.^ Será que uma coisa assim seria realmente possível com apenas 1/4 de grama de antimatéria? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><div class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><img title="Anjos e Demônios" src="http://i733.photobucket.com/albums/ww339/skollenon/free/anjos_e_demonios.jpg" alt="carregando..." width="450" height="492" /><p class="wp-caption-text">Realidade ou ficção cientifica?</p></div></center></p>
<p>Se você viu o filme, ou leu o <em>best-seller</em> Anjos e Demônios de Dan Brown<span style="color: #888888;"> <small>(mesmo autor de O Código da Vinci)</small></span>, conceteza deve ter ficado curioso a respeito da antimatéria, ou melhor, sobre a tal bomba de antimatéria ^.^</p>
<p>Será que uma coisa assim seria realmente possível com apenas 1/4 de grama de antimatéria?<br />
Para se ter uma idéia inicial, a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bomba_at%C3%B4mica" target="_blank">bomba atômica</a> de Hiroshima, mesmo tendo 3,2 m de comprimento, 75 cm de diâmetro e 4300 Kg de peso, tinha um explosivo que era de aproximadamente 10 Kg de urânio 235 e potência de 20 kilotons.<br />
<small><span style="color: #888888;">(1 kiloton é o equivalente a explosão de 1.000 toneladas de TNT)</span></small></p>
<p>Apenas 1/4 de grama de antimatéria (seja lá o que ela seja) é muito pouco contra 10 Kg de urânio, mas vamos cálcular a potência da suposta bomba de antimatéria para enterder melhor&#8230;</p>
<p>Calcula-se usando a famosa fórmula de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Albert_Einstein" target="_blank">Albert Einstein</a> <small>E=mc<sup>2<span style="color: #888888;"> </span></sup><span style="color: #888888;">(onde: E= energia, m=massa, c= constante da luz)</span></small><br />
Lembrando que uma grama é 0,001 Kg e a velocidade da luz é 300.000.000 m/s <small><span style="color: #888888;">(E = 2 x 300.000.000 x 300.000.000)</span></small>, fazendo a conta temos uma potência que seria 21,4 kilotons, porem, ao ser desintegrado um grama de antimatéria, se desintegraria junto um grama de matéria normal, logo seriam 42,8 kilotons.</p>
<p>Como no livro foram usados 1/4 de grama de antimatéria, a potência da bomba seria de aproximadamente 10 Kilotons. Uma bela explosão para 1/4 grama se comparada aos 10 Kg de urânio 235 da bomba de Hiroshima&#8230;</p>
<p>Mas calma, afinal o que não seria possível com 10 kg de antimatéria não é mesmo?<br />
Pois então, a Al-Quaeda provavelmente sabe disso, mas não adiantaria muito&#8230;</p>
<p>No <a href="http://public.web.cern.ch/public/" target="_blank">CERN</a> <small><span style="color: #888888;">(Centro Europeu de Pesquisas Nuclear)</span></small>, que realmente produz antimatéria à razão de 10<sup>7</sup> antiprótons por segundo <small><span style="color: #888888;">(usando um acelerador de particulas)</span></small>, para se produzir uma grama de antimatéria que possui 6&#215;10<sup>16</sup> antiprótons, seriam necessários 6&#215;10<sup>23 </sup>x 10<sup>7</sup> segundos.<br />
No bom e velho português, levaria-se 2 bilhões de anos para se produzir 1 grama de antimatéria, logo, 500 milhões de anos para um 1/4 de grama.</p>
<p>Podemos também levar em consideração que a antimatéria é muito instável e que os primeiros antiátomos <small><span style="color: #888888;">(nove átomos de anti-hidrogênio)</span></small> quando foram criados, duraram apenas 40 nanosegundos.</p>
<p>Enfim, hoje não é possível, mas em 500 milhões de anos&#8230; quem sabe?<br />
Além do que o cusco de sua armazenagem seria muito caro <small><span style="color: #888888;">(já que ela não poderia tocar em nada)</span></small>.</p>
<p>Mas afinal, o que é antimatéria?<br />
É exatamente o que você pode estar pensando que é, o oposto da matéria normal, da qual é feita a maior parte do nosso universo, ou a união de pósitrons <small><span style="color: #888888;">(elétrons com uma carga positiva ao invés de negativa)</span></small> com antiprótons <small><span style="color: #888888;">(prótons que possuem uma carga negativa ao invés da carga positiva normal)</span></small>.</p>
<p><center><div class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><img title="Antimatéria" src="http://i733.photobucket.com/albums/ww339/skollenon/free/antimateria.jpg" alt="carregando..." width="450" height="288" /><p class="wp-caption-text">Matéria e antimatéria: configurações iguais, cargas elétricas invertidas.</p></div></center></p>
<p>Isso tudo é meio doido, mas realmente existe, os pósitrons que foram descobertos por <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Carl_Anderson" target="_blank">Carl Anderson</a> em 1932, foram a primeira evidência de que a antimatéria poderia existir.</p>
<p>Quando a antimatéria entra em contato com a matéria normal, essas partículas iguais, mas opostas, colidem produzindo uma explosão emitindo radiação pura, emanada a partir do ponto da explosão à velocidade da luz.</p>
<p>Ambas as partículas que criaram a explosão são totalmente aniquiladas, deixando para trás outras partículas subatômicas. Essa explosão que ocorre quando antimatéria e matéria interagem, transforma toda a massa de ambos os objetos em energia.<br />
Baseando-se nisso cientistas pensam em construir um motor de reação matéria-antimatéria <small><span style="color: #888888;">(no futuro)</span></small>, e conseguentemente bombas.</p>
<p>Cientistas também acham possível que exista um universo completamente igual ao nosso onde a antimatéria prevaleça, uma vez que não existe nada de diferente entre as partículas e suas antipartículas, a não ser as sua características invertidas.<br />
<small><span style="color: #888888;">(carga positiva ao invés de negativa ou vice versa)</span></small>.</p>
<p>Assim sendo, se você encontrar o seu anti-eu não cumprimente-o, certamente vocês se auto-aniquilarão =P</p>
<p><small>Fontes: Texto de <a href="http://educacao.uol.com.br/fisica/ult1700u27.jhtm" target="_blank">Carlos Alberto Campagner</a> que é engenheiro mecânico, com mestrado em mecânica e professor de pós-graduação, <a href="http://ciencia.hsw.uol.com.br/antimateria1.htm" target="_blank">HowStuffWorks &#8211; como tudo funciona</a> e <a href="http://fisicomaluco.com/wordpress/2008/03/18/o-que-e-a-antimateria/" target="_blank">Físico maluco</a>.</small> Até mais!<ins datetime="2009-07-03T02:42:17+00:00"></ins></p>
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